UI/UX: diferenças entre a usabilidade e experiência do usuário

Você provavelmente já ouviu falar sobre a existência dos termos UX e UI, mesmo que talvez não tenha dado tanta atenção para isso, mas acredite: estas duas ciências são fundamentais para o sucesso dos seus objetivos comerciais e estão presentes em quase tudo!
29 de novembro de 2019 / Design

Você provavelmente já ouviu falar sobre a existência dos termos UX e UI, mesmo que talvez não tenha dado tanta atenção para isso, mas acredite: estas duas ciências são fundamentais para o sucesso dos seus objetivos comerciais e estão presentes em quase tudo! 

Basicamente, as duas são facilmente confundidas pela maioria das pessoas, mas as suas diferenças e funções são notáveis e hoje você vai conseguir entender melhor e distinguir cada uma delas. Vamos lá? 

Inicialmente, o que é UX? 

Bem, na prática podemos dizer que a UX (podendo ser traduzida como Experiência do Usuário, ou User Experience, em sua língua mãe), engloba boa parte das etapas de um projeto que antecedem a UI, podendo concluir-se assim que uma complementa a outra. 

Na teoria, o termo UX pode ser definido como a relação entre uma pessoa com um produto ou serviço nos mais variados modos, garantindo que esse contato crie a melhor experiência possível. Mas é importante lembrar que essa relação não se dá com qualquer pessoa e o seu diferencial está no nome: o UX se trata sobre boa experiência entre o objeto e o seu usuário. 

Vamos exemplificar para ficar mais fácil de entender: Vamos supor que um de seus amigos compre-o de presente um celular, logo, o seu amigo não é o usuário, mas sim você, que é quem irá interagir diretamente com o produto. 

Neste primeiro momento, podemos ainda dizer que desenhar uma boa experiência do usuário engloba não só a interação direta entre um e outro (na verdade, essa é apenas uma das diversas etapas dessa relação), mas esse papel é muito mais amplo e se inicia desde o momento onde o usuário recebe a indicação de um produto, até o momento que o experimenta pela primeira vez e a sua relação com o mesmo a partir disso. 

É ainda fundamental frisar que a experiência de usuário vai além da aparência que o objeto terá, sendo o resultado entre a união do objetivo que um tem para com ele e o objetivo do negócio.  

Ah, e para garantir uma experiência de sucesso, é a empatia quem manda: não são os seus gostos que definem como as coisas acontecerão e quem resolver utilizar é quem tem que se adaptar, muito pelo contrário, além de buscar entregar mais que o usuário espera, você precisa realizar a maior quantidade de estudos possíveis para conseguir entender o seu público-alvo, pensar como ele, e por fim mostrar que você pode oferecer o que ele precisa (mas cuidado, pelo menos nas fases iniciais, prometa apenas o que você pode cumprir). 

Bom, vamos repassar uma espécie de passo a passo para entender na prática como funciona esse processo? 

1- Defina o objetivo do seu produto/serviço.

2- Conheça ao máximo o seu usuário para saber se ele realmente precisa disso e qual a sua relação com a respectiva proposta.

3- Crie uma persona para nortear aspectos como linguagem, modo de usar e etc.

4- Crie um escopo: agora que você sabe para quem e o porquê, precisa saber como vai oferecer o que propõe. 

5- Organize a maneira como o seu usuário vai lidar com as informações relacionadas ou com o seu produto e serviço em si. 

Agora que você já planejou e já sabe como responder a tudo isso, nós seguimos para a próxima etapa. 

E o que é UI então? 

Viu só quanta coisa entra na experiência de usuário? E o UI é uma delas! E agora você vai entender de vez sobre o que se trata afinal. 

UI é a sigla definida para se tratar da Interface do Usuário (ou User Interface, em sua língua mãe), é nessa etapa depois de todo aquele processo que você define como isso visualmente aparecerá para quem vai ter o contato direto com o seu produto ou serviço. 

Mas não basta apenas criar um aplicativo bonitinho ou uma xícara mais confortável de segurar (sim, UX e UI não se limitam apenas a coisas online), você também precisa se preocupar em criar uma interface o mais simples de aprender e de se utilizar possível, considerando fatores como a hierarquia de informações - que citamos nas etapas anteriores -, a plataforma onde as interações entre objeto e usuário ocorrerão e etc. 

Apesar de parecer menor, essa etapa merece tanta atenção quanto as outras: caso você tenha uma ideia excelente que se encaixa perfeitamente com a necessidade do seu público, mas ofereça uma interface ruim e complicada, você não estará proporcionando uma boa experiência de usuário, fazendo com que o mesmo desista de consumir o que você oferece. 

Viu só a diferença? 

Assim, nós podemos – apenas tentar – resumir essas duas áreas como uma espécie de front-end, a parte de UI, englobando o visual e sendo a parte que tem contato direto com o usuário, e back-end, a parte de engloba questões fundamentais como o planejamento das estratégias e outras variáveis que citamos anteriormente. 

Gostou desse conteúdo? Já consegue entender um pouco melhor a relação e interdependência entre essas duas vertentes que vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado? Conte-nos o que achou e compartilhe com quem possa se interessar.

Até a próxima! :)

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